Porque quem ama tem medo de perder...

Este blog é para quem gosta de amar, de lutar pelo que gosta...







segunda-feira, 30 de julho de 2012

Muito, Muito, Muito



Nada seria o mesmo,
Nem sequer esta dor
Teria o mesmo sabor.

Nada seria igual
Se não tivesse o teu amor
Espalhado pelo mundo.

Nada seria profundo
Sem a tua voz
Nesta claustrofobia feroz.

Nada valeria a pena
Sem o teu olhar
A sentir sem ter de falar.

Obrigado por existires.
Obrigado por nunca desistires.
Obrigado por sorrires.

(muito, muito, muito)

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Afastado de Mim


Sinto-me tão afastado de mim
Que nem eu próprio me consigo ver.

Nem o espelho reflecte
O meu rosto, invisível, assim ele parece.

O que estarei eu a fazer
Para me sentir assim?

Onde está o regozijo?
Ter-se-á perdido com o juízo?

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Se Soubesses


Para onde foram as gaivotas?
Para onde foram as ondas
De um mar nunca antes navegado?
Para onde foi a maresia
Que não se desvanecia
Mesmo com um tempo de agonia.
Para onde foi o sol
Que agora foi substituído por um apagado farol?
Para onde foste meu Amor
Que levaste tudo contigo
E me deixaste neste abrigo sombrio.
Se soubesses o quanto me fazes falta.
Aprece,
Abraça-me.
Dá-me alta,
Tira-me desta maca,
Desta camisa-de-forças,
Destas vozes moucas.
Meu Amor,
Se tu soubesses.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Tu e Eu



Tu e Eu assim
Numa perfeita sintonia.

Os nossos olhos a transbordar
Toda a nossa alegria.

Pássaros a chilrear
Com sons de encantar.

Um odor a pairar no ar,
Um odor a jasmim.

Tu e Eu assim
Num amor sem fim.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Pudesse Eu


Pudesse eu deixar
E tudo largar
Só para ver como é o acordar.

Pudesse eu sentir
O teu olhar
A sorrir.

Oh, meu Amor…

Rezasse a história
Que toda a luta
Me traria gloria.

Seria o homem mais feliz
De certeza absoluta.

sábado, 30 de junho de 2012

És Mais Do Que Isso


És mais do que isso.
Fico em roliço
Cada vez que te vejo.
Invejo
Cada olhar de um estranho
Na tua direcção.
Mas não me acanho.
Dou-te a mão
Digo-te o que me vai na alma,
No coração.
Não é que já não te tenha dito.
Mas dizer que te amo no infinito,
Dá-me uma calma
Nunca antes sentida.
De seguida
Numa acção destemida
Tenho-te no meu regaço,
Num espaço
Só nosso.
Sente este esboço
Que começa a ganhar forma
A cada gesto
De afecto.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Musa



Tu és a minha musa,
A blusa
Que se desaperta.
O sentimento que em mim desperta.

A mão que escreve
Assim ao de leve.
És o olhar
Que me faz ver na direcção certa.

És o rimar
De cada verso.
A porta aberta
De cada poema. 

Tu és o emblema
Imerso
No meu peito
Sem nenhum defeito.